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Inovação & Tecnologia
Investiga os desafios éticos criados pela inovação científica e tecnológica, incluindo inteligência artificial, biotecnologia, sistemas digitais, robótica e dados. Analisa o seu impacto na saúde, na sociedade e na condição humana, procurando orientar a transformação tecnológica por critérios de dignidade, segurança e responsabilidade.


Uma necessária revisão do ensino jurídico brasileiro:reflexões sobre os processos acadêmicos perante a realidade das inteligências artificiais generativas
O ensino jurídico brasileiro enfrenta o desafio de integrar a inteligência artificial generativa sem abdicar do pensamento crítico, da ética e da formação humanista. Mais do que adaptar ferramentas, importa formar juristas capazes de compreender, regular e questionar a tecnologia que já transforma o Direito.
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15 de mai.26 min de leitura


Cinco beneficências para uma era pós-biológica
A beneficência pós-biológica não atribui estatuto moral a todas as máquinas. Propõe antes uma bioética capaz de pensar sistemas não biológicos que já moldam a vida, a agência e a vulnerabilidade humanas. Entre benefício instrumental, relações artificiais, infraestruturas críticas, agência autónoma e possível welfare artificial, a bioética deve orientar a tecnologia antes que os danos se tornem irreversíveis.
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15 de mai.16 min de leitura


Auscultar para Controlar? IA, Biosegurança e os Novos Limites da Vigilância Fisiológica
Quando sinais fisiológicos comuns, como a tosse, passam a ser analisados por IA, a saúde pública aproxima-se da segurança, da vigilância e do controlo institucional. A questão bioética já não é apenas saber se a tecnologia funciona, mas quem pode escutar o corpo, interpretar os seus sinais e agir sobre eles.
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13 de mai.9 min de leitura


Drones de ataque, autonomia e decisão letal: o caso português e os limites éticos da guerra tecnológica
As munições cursoras tornam visível uma tensão decisiva: a tecnologia pode aumentar a precisão, mas também afastar o agente humano da decisão moral de matar. A questão ética não é apenas saber se a arma é eficaz ou legal, mas se preserva juízo humano real, responsabilidade clara e limites democráticos perante a força letal.
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11 de mai.8 min de leitura


IA médica, decisão clínica e autonomia do paciente: da decisão assistida ao co-clínico algorítmico
A inteligência artificial médica é muitas vezes apresentada como uma tecnologia de precisão: identifica padrões, apoia diagnósticos, antecipa riscos, organiza informação clínica e promete aliviar sistemas de saúde sobrecarregados. Esta visão é correcta, mas incompleta. O problema bioético mais importante não está apenas em saber se a IA é tecnicamente fiável. Está em saber se, ao entrar na consulta, ela transforma silenciosamente a forma como médicos e pacientes decidem. O ar
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9 de mai.10 min de leitura


Dados de saúde, privacidade e consentimento: a autonomia que se perde quando os dados começam a circular
Os dados de saúde não são apenas informação: são fragmentos sensíveis da pessoa. O seu uso secundário pode melhorar investigação, políticas públicas e inovação clínica, mas exige privacidade, consentimento compreensível, governação fiduciária e transparência contínua. Sem autonomia pós-consentimento, a proteção técnica dos dados pode coexistir com a perda ética da pessoa.
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23 de abr.12 min de leitura


Neurotecnologia, Bioética e Direito: uma breve reflexão sobre Beneficência, Congruência e Verdade
A neurotecnologia desafia categorias jurídicas e bioéticas fundamentais, como autonomia, responsabilidade, dignidade e verdade. Entre a beneficência, a congruência e a prova neurocientífica, impõe-se uma reflexão prudente: a mente humana não pode tornar-se apenas objeto de intervenção técnica, vigilância ou decisão judicial.
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17 de dez. de 202527 min de leitura
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