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Educação, Desenvolvimento e Investigação
O grupo de Educação, Desenvolvimento & Sustentabilidade investiga a relação entre ética, educação e inovação, promovendo práticas científicas e educativas responsáveis, inclusivas e orientadas para o bem comum. Analisa a ética da investigação, a integridade científica, a experimentação em humanos e animais, e o uso responsável de tecnologias emergentes. Estuda ainda o impacto da inteligência artificial, das neurotecnologias e de novas metodologias de ensino no desenvolvimento humano, procurando formar profissionais e investigadores preparados para enfrentar desafios éticos contemporâneos.


A eticidade dos textos que escrevemos: O que é humano e o que é digital nos textos que escrevemos?
Vivemos um tempo singular. Tenho estado em alguns eventos nas quais, normalmente, existem intervenções e o que é curioso (ou não) tenho notado cada vez mais uma certa uniformização e mecanização da tonalidade textual. Hoje, nunca foi tão fácil escrever. Mas nunca foi tão difícil saber quem escreve. Contudo, vai sendo cada vez mais fácil compreender um texto escrito pela inteligência Artificial ou pela inteligência humana, pois o texto escrito pela IA é perceptível a linguagem
Carlos Costa Gomes
há 3 dias2 min de leitura


Já está disponível a edição n.º 30 da Revista Portuguesa de Bioética
O Centro de Estudos de Bioética apresenta a edição n.º 30 da Revista Portuguesa de Bioética, dedicada aos desafios éticos da ciência, da saúde, da tecnologia e da sociedade. A edição integral é exclusiva para sócios, enquanto os artigos serão publicados individualmente no site com acesso parcial e transitarão progressivamente para acesso aberto. A versão física estará brevemente disponível na Amazon.
António Jácomo
15 de jul.2 min de leitura


Uma necessária revisão do ensino jurídico brasileiro:reflexões sobre os processos acadêmicos perante a realidade das inteligências artificiais generativas
O ensino jurídico brasileiro enfrenta o desafio de integrar a inteligência artificial generativa sem abdicar do pensamento crítico, da ética e da formação humanista. Mais do que adaptar ferramentas, importa formar juristas capazes de compreender, regular e questionar a tecnologia que já transforma o Direito.
Thierry Chozem Zamboni Kotinda
15 de mai.26 min de leitura


Cinco beneficências para uma era pós-biológica
A beneficência pós-biológica não atribui estatuto moral a todas as máquinas. Propõe antes uma bioética capaz de pensar sistemas não biológicos que já moldam a vida, a agência e a vulnerabilidade humanas. Entre benefício instrumental, relações artificiais, infraestruturas críticas, agência autónoma e possível welfare artificial, a bioética deve orientar a tecnologia antes que os danos se tornem irreversíveis.
Miguel Vieira
15 de mai.16 min de leitura


Auscultar para Controlar? IA, Biosegurança e os Novos Limites da Vigilância Fisiológica
Quando sinais fisiológicos comuns, como a tosse, passam a ser analisados por IA, a saúde pública aproxima-se da segurança, da vigilância e do controlo institucional. A questão bioética já não é apenas saber se a tecnologia funciona, mas quem pode escutar o corpo, interpretar os seus sinais e agir sobre eles.
Miguel Vieira
13 de mai.9 min de leitura


Neuroplasticidade, Identidade, Liberdade: Uma Perspetiva Neuroética Contemporânea
A neuroplasticidade representa simultaneamente uma oportunidade terapêutica extraordinária e um desafio antropológico sem precedentes. O futuro da investigação neurocientífica dependerá da capacidade de articular inovação científica, responsabilidade moral e proteção da dignidade humana.
António Jácomo
12 de mai.10 min de leitura


Interfaces cérebro-computador na exploração espacial: integração tecnológica, vantagens para a missão e implicações ético-legais.
Brain–Computer Interfaces (BCIs) hold transformative potential for space exploration, offering solutions for astronaut performance, communication, and safety. This paper examines BCI integration in space missions, identifying gaps in empirical validation, philosophical and neuroethical analysis, and regulation
Sheila Torquato Humphreys
12 de mai.22 min de leitura


Drones de ataque, autonomia e decisão letal: o caso português e os limites éticos da guerra tecnológica
As munições cursoras tornam visível uma tensão decisiva: a tecnologia pode aumentar a precisão, mas também afastar o agente humano da decisão moral de matar. A questão ética não é apenas saber se a arma é eficaz ou legal, mas se preserva juízo humano real, responsabilidade clara e limites democráticos perante a força letal.
Miguel Vieira
11 de mai.8 min de leitura


IA médica, decisão clínica e autonomia do paciente: da decisão assistida ao co-clínico algorítmico
A inteligência artificial médica é muitas vezes apresentada como uma tecnologia de precisão: identifica padrões, apoia diagnósticos, antecipa riscos, organiza informação clínica e promete aliviar sistemas de saúde sobrecarregados. Esta visão é correcta, mas incompleta. O problema bioético mais importante não está apenas em saber se a IA é tecnicamente fiável. Está em saber se, ao entrar na consulta, ela transforma silenciosamente a forma como médicos e pacientes decidem. O ar
Maria Teresa Silva
9 de mai.10 min de leitura


Dados de saúde, privacidade e consentimento: a autonomia que se perde quando os dados começam a circular
Os dados de saúde não são apenas informação: são fragmentos sensíveis da pessoa. O seu uso secundário pode melhorar investigação, políticas públicas e inovação clínica, mas exige privacidade, consentimento compreensível, governação fiduciária e transparência contínua. Sem autonomia pós-consentimento, a proteção técnica dos dados pode coexistir com a perda ética da pessoa.
Miguel Vieira
23 de abr.12 min de leitura
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