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Revista Portuguesa de Bioética


Uma necessária revisão do ensino jurídico brasileiro:reflexões sobre os processos acadêmicos perante a realidade das inteligências artificiais generativas
O ensino jurídico brasileiro enfrenta o desafio de integrar a inteligência artificial generativa sem abdicar do pensamento crítico, da ética e da formação humanista. Mais do que adaptar ferramentas, importa formar juristas capazes de compreender, regular e questionar a tecnologia que já transforma o Direito.
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15 de mai.26 min de leitura


Interfaces cérebro-computador na exploração espacial: integração tecnológica, vantagens para a missão e implicações ético-legais.
Brain–Computer Interfaces (BCIs) hold transformative potential for space exploration, offering solutions for astronaut performance, communication, and safety. This paper examines BCI integration in space missions, identifying gaps in empirical validation, philosophical and neuroethical analysis, and regulation
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12 de mai.22 min de leitura


Integridade na pesquisa científica na Europa: estruturas de governança e procedimentos de boas práticas
A integridade na pesquisa científica na Europa é garantida por uma rede complexa de estruturas institucionais, códigos de conduta, agências nacionais e mecanismos de mediação. Embora haja convergência em princípios como honestidade, transparência e responsabilidade, a sua implementação varia significativamente entre os países europeus.
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26 de dez. de 202541 min de leitura


Neurotecnologia, Bioética e Direito: uma breve reflexão sobre Beneficência, Congruência e Verdade
A neurotecnologia desafia categorias jurídicas e bioéticas fundamentais, como autonomia, responsabilidade, dignidade e verdade. Entre a beneficência, a congruência e a prova neurocientífica, impõe-se uma reflexão prudente: a mente humana não pode tornar-se apenas objeto de intervenção técnica, vigilância ou decisão judicial.
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17 de dez. de 202527 min de leitura


Educação e Formação Ética como Instrumento de Transformação
Num mundo que vive profundas mudanças culturais, sociais e tecnológicas, é urgente voltar a perguntar: para que educamos? A educação não é apenas transmissão de conhecimentos, mas formação integral da pessoa, fundada na dignidade humana. Educar é despertar consciências, orientar a liberdade para o bem e gerar uma cultura de paz.
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15 de out. de 20254 min de leitura
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