top of page


Dados de saúde, privacidade e consentimento: a autonomia que se perde quando os dados começam a circular
Os dados de saúde não são apenas informação: são fragmentos sensíveis da pessoa. O seu uso secundário pode melhorar investigação, políticas públicas e inovação clínica, mas exige privacidade, consentimento compreensível, governação fiduciária e transparência contínua. Sem autonomia pós-consentimento, a proteção técnica dos dados pode coexistir com a perda ética da pessoa.
-
23 de abr.12 min de leitura
bottom of page
_edited.png)